domingo, 8 de fevereiro de 2015

Sexualidade na deficiência mental

O CAPE, procurando desenvolver uma ação educativa e de caráter preventivo com relação ao tema, promoveu mais esta videoconferência que fornece informações sobre sexualidade e deficiência intelectual. Seu objetivo principal foi contribuir e sensibilizar os docentes para que crianças e adolescentes adquiram uma visão positiva da sexualidade, desenvolvam uma comunicação clara nas relações interpessoais, compreendam seus comportamentos e do outro e, de acordo com sua capacidade de entendimento, tomem decisões responsáveis a respeito da vida sexual. Este será um tema que irei trabalhar mais adiante,nas próximas postagens!

Educação Especial

EDUCAÇÃO ESPECIAL através do MEC

 A Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva tem como objetivo assegurar a inclusão escolar de alunos com Deficiência Intelectual, Sensorial e Motora;Transtornos Globais do Desenvolvimento e Altas Habilidades/Superdotação, orientando os sistemas de ensino para garantir:acesso ao ensino regular, com participação, aprendizagem e continuidade nos níveis mais elevados do ensino.

 Atendimento Educacional Especializado*
AEE - Pessoa com Surdez
AEE - Deficiência Física
AEE - Deficiência Mental
AEE - Deficiência Visual

 A Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi) em articulação com os sistemas de ensino implementa políticas educacionais nas áreas de alfabetização e educação de jovens e adultos, educação ambiental, educação em direitos humanos, educação especial, do campo, escolar indígena, quilombola e educação para as relações étnico-raciais.

O objetivo da Secadi é contribuir para o desenvolvimento inclusivo dos sistemas de ensino, voltado à valorização das diferenças e da diversidade, à promoção da educação inclusiva, dos direitos humanos e da sustentabilidade socioambiental, visando à efetivação de políticas públicas transversais e intersetoriais.

  Programas e Ações:

 Principais Ações e Programas de responsabilidade do Ministério da Educação no PPA 2012-2015 (adaptado do Relatório de Gestão – SECADI/MEC – Exercício 2013) Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão Com base no PPA 2012-2015 – o Plano Mais Brasil – a Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (SECADI) implementa políticas públicas integradas aos Programas e Ações da Educação Superior, Profissional e Tecnológica e Básica, contribuindo para o enfrentamento das desigualdades educacionais, considerando diferentes públicos e temáticas, a saber: Educação Especial, Educação para as Relações Étnico-Raciais, Educação do Campo, Educação Escolar Indígena, Educação Quilombola, Educação em Direitos Humanos, Educação Inclusiva, Gênero e Diversidade Sexual, Combate à Violência, Educação Ambiental, Educação de Jovens e Adultos.

As áreas de atuação da SECADI contemplam, ainda, agendas políticas de caráter intersetorial. As ações, projetos e programas da SECADI são destinados à formação de gestores e educadores, à produção e distribuição de materiais didáticos e pedagógicos, à disponibilização de recursos tecnológicos e à melhoria da infraestrutura das escolas, buscando incidir sobre fatores que promovam o pleno acesso à escolarização e à participação de todos os estudantes, com redução das desigualdades educacionais, com equidade e respeito às diferenças.

 Em relação aos macroprocessos finalísticos a SECADI prioriza o fortalecimento das políticas educacionais voltadas para a educação intercultural dos povos indígenas, o atendimento às especificidades das populações do campo, das comunidades remanescentes de quilombo e demais povos, para as relações étnico-raciais, a sustentabilidade socioambiental, a educação em direitos humanos, de gênero e diversidade sexual, a educação especial na perspectiva da educação inclusiva, a alfabetização, a elevação de escolaridade, qualificação profissional e a participação cidadã, bem como a implementação de estratégias específicas para a juventude e as pessoas em privação de liberdade.

Essas políticas têm por objetivo reduzir as desigualdades, atendendo a públicos específicos e historicamente excluídos do processo educacional.

Nessa perspectiva, destacam-se as atuais Resoluções do Conselho Nacional de Educação, que estabelecem as Diretrizes Curriculares Nacionais, orientando a construção de um sistema educacional inclusivo, que garanta o direito universal de acesso à escolarização e assegure, como parte integrante desse direito, o respeito e a valorização da diversidade humana, social, cultural, ambiental, regional e geracional.

  Diretoria de Políticas de Educação Especial – DPEE Programa Escola Acessível Transporte Escolar Acessível Salas de Recursos Multifuncionais Formação Continuada de Professores na Educação Especial BPC na Escola Acessibilidade à Educação Superior Educação Inclusiva:
direito à diversidade Livro
Acessível Prolibras
Centro de Formação e Recursos (CAP, CAS e NAAHS)
Prêmio Experiências Educacionais Inclusivas
 Comissão Brasileira do Braille
Principais Indicadores da Educação de Pessoas com Deficiência

CAPE - ENTENDO O QUE É?

ENTENDO O QUE É CAPE??

CAPE – Identificando Necessidades Educacionais: Deficiência Mental, TGD e TDAH A videoconferência (no site do Cape) fornece orientações básicas para reconhecer e lidar com a deficiência mental, o autismo (TGD) e o transtorno de déficit de atenção com hiperatividade (TDAH). Além disso, sugere encaminhamentos educacionais aos deficientes mentais e fundamenta a intervenção pedagógica em face do aluno com deficiência mental.

Fruto do amadurecimento da consciência de direitos e, naturalmente, reflexo das mudanças sociais em operação por todo o mundo, surgiu em São Paulo, no início do século XXI, o CAPE – Núcleo de Apoio Pedagógico Especializado.

O artigo 1º da Declaração Universal dos Direitos Humanos da ONU, de 1948, já afirmava: “Todos os homens nascem livres e iguais em dignidade e direitos. São dotados de razão e consciência e devem agir em relação uns aos outros com espírito de fraternidade”.

É nesse contexto que, com a participação ativa das próprias pessoas com deficiência, os cidadãos exigem que o Estado assuma seu papel na atenção às pessoas com necessidades educacionais especiais, considerando-as em condição de igualdade a qualquer outra. Não bastou, entretanto, apenas receber as pessoas com deficiência. Diferentemente do que aconteceu a princípio, hoje o consenso é de que a própria sociedade tem de se transformar, criando condições para que essas pessoas possam usufruir de todos os bens socialmente produzidos. Inclusão social, portanto, envolve respeito às diferenças e, consequentemente, a criação de condições para que cada um dos cidadãos possa desenvolver todas as suas potencialidades.

É nesse contexto que devemos entender as perspectivas apontadas pela Secretaria de Educação do Estado de São Paulo, ao criar no interior da Coordenadoria de Gestão Básica (CGEB) o serviço de Educação Especial, que opera por meio do Núcleo de Apoio Pedagógico Especializado-CAPE.

Endereço: Rua Pensilvânia, 115 Fundos Brooklin – São Paulo – SP – CEP 04564-000
Fone: 5090-4600 - Fax: 5091-3732
Correio eletrônico: cape@edunet.sp.gov.br

 http://cape.edunet.sp.gov.br/

CAPE

CAPE – Identificando Necessidades Educacionais: Deficiência Mental, TGD e TDAH
A videoconferência fornece orientações básicas para reconhecer e lidar com a deficiência mental, o autismo (TGD) e o transtorno de déficit de atenção com hiperatividade (TDAH). Além disso, sugere encaminhamentos educacionais aos deficientes mentais e fundamenta a intervenção pedagógica em face do aluno com deficiência mental.

Fruto do amadurecimento da consciência de direitos e, naturalmente, reflexo das mudanças sociais em operação por todo o mundo, surgiu em São Paulo, no início do século XXI, o CAPE – Núcleo de Apoio Pedagógico Especializado.

O artigo 1º da Declaração Universal dos Direitos Humanos da ONU, de 1948, já afirmava: “Todos os homens nascem livres e iguais em dignidade e direitos. São dotados de razão e consciência e devem agir em relação uns aos outros com espírito de fraternidade”. É nesse contexto que, com a participação ativa das próprias pessoas com deficiência, os cidadãos exigem que o Estado assuma seu papel na atenção às pessoas com necessidades educacionais especiais, considerando-as em condição de igualdade a qualquer outra.

Não bastou, entretanto, apenas receber as pessoas com deficiência. Diferentemente do que aconteceu a princípio, hoje o consenso é de que a própria sociedade tem de se transformar, criando condições para que essas pessoas possam usufruir de todos os bens socialmente produzidos.

Inclusão social, portanto, envolve respeito às diferenças e, consequentemente, a criação de condições para que cada um dos cidadãos possa desenvolver todas as suas potencialidades.

É nesse contexto que devemos entender as perspectivas apontadas pela Secretaria de Educação do Estado de São Paulo, ao criar no interior da Coordenadoria de Gestão Básica (CGEB) o serviço de Educação Especial, que opera por meio do Núcleo de Apoio Pedagógico Especializado-CAPE.


Endereço: Rua Pensilvânia, 115 Fundos
Brooklin – São Paulo – SP – CEP 04564-000
Fone: 5090-4600 - Fax: 5091-3732
Correio eletrônico: cape@edunet.sp.gov.br

http://cape.edunet.sp.gov.br/

Serviços de Apoio Pedagógico Especializado (SAPEs) - Um serviço a favor de seu FILHO

A Resolução SE 11, de 31/01/2008, dispõe sobre a educação escolar de alunos com necessidades educacionais especiais nas escolas da rede estadual de ensino. No artigo 8º - A implementação de Serviços de Apoio Pedagógico Especializado (SAPEs) tem por objetivo melhorar a qualidade de oferta da educação especial, na rede estadual de ensino, viabilizando-a por uma reorganização que, favorecendo a adoção de novas metodologias de trabalho, leve à inclusão do aluno em classes comuns do ensino regular.Os Serviços de Apoio Pedagógico Especializado (SAPEs) serão implementados por meio de:

a) Atendimento prestado por professor especializado, em Sala de Recursos específicos, em horários programados de acordo com as necessidades dos alunos, e, em período diverso daquele que o aluno frequenta na classe comum, da própria escola ou de outra unidade escolar;
b) Atendimento prestado por professor especializado, na forma de itinerância para desenvolver atividades de apoio ao aluno com necessidades especiais, em trabalho articulado com os demais profissionais da escola.




UNIVERSIDADE ABERTA - UNESP

UNIVERSIDADE ABERTA - UNESP http://www.unesp.br/unespaberta

Uso incorreto de clareadores causa riscos aos dentes

http://www.unesp.br/Modulos/Noticias/16674/clareadores-caseiros.png Uso incorreto de clareadores causa riscos aos dentes Norma da Anvisa obriga que profissional faça avaliação [06/02/2015] O uso de clareadores sem orientação profissional pode trazer riscos aos dentes, segundo Osmir Batista de Oliveira Júnior, professor da Faculdade de odontologia da Unesp de Araraquara. Inflamação das camadas internas do dente, provocando dores nos pacientes, está entre os problemas. Para evitar, a venda do produto sem prescrição de um dentista foi proibida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A medida vale para produtos com mais de 3% de peróxido de hidrogênio. Com a norma, é necessário que um profissional faça antes uma avaliação e indique o produto. A concentração da substância química, a mesma encontrada na água oxigenada e ativa o clareamento, também vai ter limite. saiba mais “Agora o dentista vai ter condições de verificar se o paciente tem trinca no esmalte, retração gengival, cáries. Toda vez que o paciente vai a uma farmácia e compra um produto de clareamento caseiro e faz uso sem orientações ele pode expor a parte interna viva do dente, a dentina, a uma agressão desnecessária. Ela pode levar, nos casos mais extremos, a necrose pulpar, a ter um problema de canal por causa do uso indevido do clareador”, explicou o professor da Unesp . Até mesmo os pacientes que estão com a saúde bucal em dia e não têm impedimentos pra clarear os dentes, correm risco, pois o uso sem controle e prolongado também faz mal. “Um exemplo para que todos entendam, é que uma mulher não vai clarear o cabelo toda semana, porque vai estragar, vai cair. O clareamento caseiro de dentes é a mesma coisa. Se ela faz toda semana, sem critério, ela pode causar um dano”, completou Oliveira Júnior. Leia reportagem completa no G1 São Carlos Araraquara http://g1.globo.com/sp/sao-carlos-regiao/noticia/2015/02/uso-incorreto-de-clareadores-causa-riscos-aos-dentes-alerta-especialista.html Assessoria de Comunicação e Imprensa