Inclusão social é o ato de incluir na sociedade categorias de pessoas historicamente excluídas do processo de socialização, como negros, indígenas, pessoas com necessidades especiais, homossexuais, travestis e transgêneros, bem como aqueles em situação de vulnerabilidade socioeconômica, como moradores de rua e pessoas de baixa renda.
quarta-feira, 3 de dezembro de 2014
domingo, 17 de agosto de 2014
Afinal, agora o que sei de gestão democrática inclusiva?
Atividade 7 – Afinal, agora o que sei de gestão
democrática inclusiva?
Quem
define quem são os normais e especiais nas nossas escolas? O poder institucional. Os alunos das escolas
comuns são normais e positivamente valorizados. Os alunos das escolas especiais
são os negativamente concebidos e diferenciados.
Segundo,
Mantoan (2004) “esse poder que define a identidade normal, detido por
professores e gestores mais próximos ou mais distantes das escolas, perde a sua
força diante dos princípios educacionais inclusivos, nos quais a identidade não
é entendida como natural, estável, permanente, acabada, homogênea,
generalizada, universal.” Na perspectiva da inclusão escolar, as identidades
são transitórias, instáveis, inacabadas e, portanto, os alunos não são
categorizáveis, e apenas fixados em grupos ou categorias atribuídas.
A educação
inclusiva questiona a artificialidade das identidades normais e entende as diferenças
como resultantes da multiplicidade, e não da diversidade. A diversidade na escola tem sido a criação de
grupos de idênticos, formados por alunos que têm uma mesma característica,
selecionada para reuni-los e separá-los. Ao nos referirmos a uma escola
inclusiva como aberta à diversidade, queremos acabar com a denominação
“inclusão escolar”, isto é, tiramos a possibilidade de agrupar alunos e de
identificá-los por uma de suas características (por exemplo, a deficiência),
valorizando alguns em detrimento de outros e mantendo escolas comuns e
especiais.
A escola
das diferenças é a escola na perspectiva inclusiva, e sua pedagogia tem como
mote questionar, colocar em dúvida, contrapor-se, discutir e reconstruir as
práticas que, até então, têm mantido a exclusão deles do ensino e da
aprendizagem, à medida que estes são direcionados para ambientes educacionais à
parte.
A escola
comum se torna inclusiva quando reconhece as diferenças dos alunos diante do
processo educativo e busca a participação e o progresso de todos, adotando
novas práticas pedagógicas.
Um ensino
para todos os alunos há que se distinguir pela sua qualidade. A exigência legal
do PPP está expressa na LDBEN, Lei
Nº. 9.394/96 que, em seu artigo 12, que diz que o Projeto Político Pedagógico
(PPP) é esse instrumento para melhor desenvolver o plano de trabalho eleito e
definido pelo grupo que o produziu, refletindo a singularidade, suas escolhas e
especificidades.
Os
professores constroem a democracia no cotidiano escolar por meio de pequenos gestos
na organização da prática pedagógica. Nesse sentido, fazem a diferença: o modo
de trabalhar os conteúdos com os alunos; a forma de sugerir a realização de atividades
na sala de aula; o controle disciplinar; a interação dos alunos nas tarefas
escolares; a sistematização do AEE no contra-turno; a divisão do horário; a
forma de planejar com os alunos; a avaliação da execução das atividades de
forma interativa.
A escola das diferenças aproxima a escola comum da
Educação Especial, porque, na concepção inclusiva, os alunos estão juntos, em
uma mesma sala de aula.
Os
professores comuns e os da Educação Especial precisam se envolver para que seus
objetivos específicos de ensino sejam alcançados, compartilhando um trabalho
interdisciplinar, transdisciplinar e colaborativo.
Referências Bibliográficas
BRASIL, Lei nº 9394 de 20 de dezembro de 1996.
Estabelece as Diretrizes e Bases da
Educação Nacional. Diário Oficial da União. Brasília,
nº 248, 23/12/1996.
MANTOAN, Maria Teresa Eglér. O direito de ser,
sendo diferente, na escola. IN: Revista de Estudos Jurídicos, Brasília, n.26,
jul./set. 2004.
VEIGA, I.P. (org.) Projeto Político-Pedagógico da
escola: uma construção possível.
Campinas: Papirus, 1995.
(T1/14/EE-DI) D03– GESTÃO DEMOCRÁTICA E PROJETO PEDAGÓGICO
Gestão Democrática e Participativa: relatos das possibilidades
Gestão Democrática e Participativa:
relatos das possibilidades
Imagem 1
Segundo
Veiga,
“O projeto político pedagógico, ao
se constituir em processo democrático, preocupa-se em instaurar uma forma de
organização do trabalho pedagógico que supere os conflitos, buscando eliminar
as relações competitivas, corporativas e autoritárias, rompendo com a rotina do
mando impessoal e racionalizado da burocracia que permeia as relações no
interior da escola, diminuindo os efeitos fragmentários da divisão do trabalho
que reforça as diferenças e hierarquiza os poderes de decisão.” VEIGA ,
(1998:13-14).
Como
deixou bem claro o texto, é algo muito difícil de tornar uma prática contínua. A
gestão democrática na escola, supõe que as decisões em relação a sua
organização sejam compartilhadas por todos os envolvidos no processo educativo
da unidade escolar e que estes devam
decidir coletivamente os rumos da escola através do Conselho de Escola e
APM como está previsto na Lei.
Somos
uma equipe onde todos trabalham em pró do aluno, elaborando projetos e pensado
em seu desenvolvimento como um todo, principalmente no seu aprendizado e no
aprendizado dos NEEs. É assim que tem sido feito. Os alunos com educação
especial inclusiva já tem em sua minoria um grupo de professores que adaptam o
curriculo a eles.
Imagem
2
Fonte:
http://kdambrosio.blogspot.com
Imagem
3
Fonte:http://karlakayrone-servicosocialepedagogia.blogspot.com
Entre
tanto alunos, selecionamos a 7ª série, em que temos um aluno com NEE,
Deficiência Intelectual. Ele é alfabetizado, leitor e escritor, uma de nossas
professoras de língua portuguesa, incentiva-o com leitura em voz alta, e as
atividades são muitas vezes oral, possibilitando este aluno NEE a reponde-la
melhor do que na escrita. A professora também traz atividades de palavras
cruzadas e de músicas para ele enquanto ela trabalha o livro didático com os outros
alunos. Reitero que quando o aluno NEE deseja fazê-lo, ele lê e escreve as
respostas em seu caderno e/ou no livro didático. Já professora de geografia, aproveita para ilustrar os mapas com todos
da sala, inclusive o aluno NEE.
Imagem 4
Fonte: http://linguaportuguesa.uol.com.br
Imagem 5 - Fonte: http://geoidene.
blogspot.com.br/2012/02/aos-meus-alunos-do-ensino-fundamental-e.html
Imagem 6-Lettícia está integrada aos
outros colegas e tem as mesmas exigências que eles (Foto: Raul Zito/G1)
Relatamos
também que o aluno em questão, tem problemas disciplinares, ele é usuário de remédios controlados por neuro-psiquiatra e temos que encaminhá-los muitas vezes a
coordenação e outras para sua casa para melhor controlá-lo, e é nesse
momento, que entra sua família, a mãe, que vai busca-lo na escola.
Concluindo, as reuniões devem acontecer para que todos possam avaliar o trabalho da escola, fazendo uma lista dos pontos positivos e o que precisa ser melhorado ou modificado.
Todos os
setores devem estar envolvidos: direção, professores, alunos, pais, secretária,
auxiliar de limpeza, e monitores. Para um bom desenvolvimento e funcionamento
de uma escola democrática, todos devem colocar a mão na “massa”.
Imagem 7 - Fonte: http://www.etectiquatira.com.br/portugues.html
:
Imagem
8 -Fonte: http://escoladossonhosclaudia.blogspot.com
Referências
Bibliografias
VEIGA, I.P. Projeto políyico Pedagógico da
escola: uma construção possível. Campinas: Papirus, 1995.
OLIVEIRA, A.S. de. Gestão Democrática e
Participativa: em busca da ação coletiva. Unesp, Marília: Oficina Universitária, 2014
ZANATA, E.M. O papel do professor da
educação especial na construção e desenvolvimento do Projeto Político
Pedagógico da escola. Unesp, Bauru: Oficina Universitária, 2014
IMAGENS
Ilustrações:Quadros
Imagem 1 - Disponível na internet em:
http://pedagogasg.blogspot.com
Imagem 2 – Disponível na internet em:
http://kdambrosio.blogspot.com
Imagem 3 – Disponível na internet
em: http://karlakayrone-servicosocialepedagogia.blogspot.com
Imagem 4 – Disponível na internet em:
http://inguaportuguesa.uol.com.br
Imagem 5 – Disponível na internet em:
http://geoidene.blogspot.com.br/2012/02/aos-meus-alunos-do-ensino-fundamental-e.html
Imagem 6 – Disponível na internet em:
http://g1.globo.com/educacao/noticia/2013/03/
inclusao-de-alunos-com-deficiencia-intelectual-cresce-e-desafia-escolas.html
Imagem 7 – Disponível na Internet: http://www.etectiquatira.com.br/portugues.html
Imagem 8 – Disponível na internet em:escoladossonhosclaudia.blogspot.com
(T1/14/EE-DI) D03– GESTÃO DEMOCRÁTICA E PROJETO PEDAGÓGICO
Redefor: Especialização em Educação Especial e Inclusiva, UNESP, 2014.
(T1/14/EE-DI) D03– GESTÃO DEMOCRÁTICA E PROJETO PEDAGÓGICO
Redefor: Especialização em Educação Especial e Inclusiva, UNESP, 2014.
domingo, 13 de julho de 2014
PROPOSTA DE INTERVENÇAO - MINI COPA DO MUNDO
1 – Título:
Mini Copa do Mundo 2014 – Jogo de Futsal
2 – Objetivos: Interação entre os alunos de educação especial ou deficiente intelectual DI (aluno TGC-transtorno global do
desenvolvimento ou alta habilidade/superdotação) e alunos regulares e entre
alunos e professores. E dentro deste segmento: Importância do trabalho em
equipe; Potencializar e estimular a construção do respeito e de igualdade; Valorização
das diferenças; A importância do evento da Copa do Mundo, sediada
este ano pelo nosso país.
3 - Público
Alvo: Alunos 7º. anos 6ª. séries (A,B,C,D)
4 – Responsáveis: Professores Coordenadores de Sala, Professores das
turmas e Professores de Apoio (PA)
5 – Desenvolvimento
das Atividades: O professor de Educação Física fará a inscrição dos alunos,
nos times masculinos e femininos (se houver), nos jogos de Futsal. No futsal
são 5 jogadores, incluindo o goleiro. Cada sala será eleito os melhores 5 a 7
jogadores, sendo metade aos DI. Depois
haverá a competição entre eles. Os professores das turmas e de apoio deverão
incentivar os alunos no objetivo do trabalho: cooperação, respeito e
valorização as diferenças.
·
Material
Necessário: quadra de jogo, bola, apito, cronômetro.
·
Tempo
de Duração: Tempo é 20 minutos, com intervalo de 10 minutos.
·
Recursos
complementares/links:
6 – Resultados
Esperados:
·
Promover a igualdade e participação de todos
os alunos às diversidades do contexto da escola;
·
Respeito às diferenças na construção de uma
cultura inclusiva;
·
Reconhecimento das suas potencialidades e
competências de todos os alunos inclusivos.

(T1/14/EE-DI) D02
– POLÍTICAS PÚBLICAS: EDUCAÇÃO ESPECIAL E INCLUSIVA
sexta-feira, 11 de julho de 2014
A Indisciplina e a escola atual
A Indisciplina e a escola atual- Texto de Julio Gropp Aquino
http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0102-25551998000200011&script=sci_arttext
Dica 2 - Blog 2 - AEE
O blog " Processos de Inclusão de Pessoas com necessidades Educacionais Especiais", traz diversos artigos. Ele aborda todas as especialidades como deficiência intelectual, deficiência múltipla, deficiência visual, deficiência auditiva, deficiência mental, deficiência física, superdotação, Paralisia celebral, síndrome de Prader Willi (PWS), e problemas de coportamento e indisciplina.
Vale a pena conferir e verificar o que ele tem!
http://wwwp.fc.unesp.br/~lizanata/tcc/atividadesdeinclusao.html
Vale a pena conferir e verificar o que ele tem!
http://wwwp.fc.unesp.br/~lizanata/tcc/atividadesdeinclusao.html
Dicas 1 - Blog AEE
O Blog "Atendimento Educacional Especializado é voltado para o especial com "síndrome de down" e em "dislexia". Ele aborda todas as especialidades como deficiência intelectual, deficiência múltipla, deficiência visual, superdotação, síndrome de rett, e autismo.
- O site aborda cursos, dicas, vídeos e filmes.
- Ele vai de encontro com o tema que estou estudando, a diversidade, o gênero, a cultura inclusiva e o outro.
http://inclusaoaee.wordpress.com/
- O site aborda cursos, dicas, vídeos e filmes.
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http://inclusaoaee.wordpress.com/
quarta-feira, 25 de junho de 2014
Diversidade Cultural ... Novas Construções!
A escola é o espaço de preparação para a
cidadania e do desenvolvimento humano. A escola pode perpetuar preconceitos,
mas também pode desconstruí-los. Essa é uma tarefa para os(as) gestores(as) e
educadores(as) comprometidos(as) com os direitos humanos.
Os educadores devem falar mais sobre a
diversidade e revelar o invisível. Atuar conforme o paradigma do pensamento
complexo, Significa, olhar um lado da moeda, buscar a concretização da
igualdade entre as pessoas e, olhar o outro lado, combater o racismo, sexismo,
discriminação social (classe), cultural, religiosa e quaisquer outras formas de
preconceito e de discriminação presentes na sociedade.
As construções
sociais que discriminam negros, albinos, mulheres, pobres, índios, ciganos,
religiões de matriz africana, homossexuais e transgêneros, pessoas com
transtornos mentais e pessoas com deficiência precisam ser desconstruídas.
Ainda que a escola, em todos os níveis, não seja o único lugar em que essa
desconstrução precisa ser realizada, nela isso é fundamental
(T1/14/EE-DI) D01
– DIVERSIDADE E CULTURA INCLUSIVA
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